Mostrando postagens com marcador Sling Desk. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sling Desk. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de julho de 2015

Terapias do nosso Circuito Top 12

O Circuito Top 12, em comemoração ao nosso aniversário de 12 anos, já acontece no próximo sábado, 1º de agosto às 9h. Teremos 12 terapias com 12 profissionais em 12 minutos de duração cada e para participar é só trazer um par de crocs para doação ao Lar Abrigo Amor a Jesus. 
Já explicamos tudinho nesse post aqui no blog. 

Conheça as terapias disponíveis no nosso Circuito: 

01 GYROTONIC- GERMANA MUSSI
02 SLING DESCK- MICHELLE BORGES
03 G.D.S- RACHEL NAMEN
04 PEDRAS QUENTES- DEBORA GOMES
05 SHIATSU- RAFAELA ASTH
06 QUICK MASSAGE-  RAUL MELICIO
07 SLING TRAINING- PRISCILA ORNELLAS
08 PILATES – ANA PAULA SIQUEIRA
09 RADIOFREQUENCIA-  TANIA FERNANDES
10 LASER – CARINA SANCHES
11 VISAGISMO DE SOBRANCELHA- CLAUDIANE DRUMMOND
12 PLATAFORMA- ANA CAROLINA  AZEVEDO

Venha comemorar com a gente e curtir essas 12 terapias maravilhosas! Contamos com a presença de todos e com as doações para os internos do LAJE. 

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O princípio do sling desk

Essa imagem nos emocionou bastante. O método colocado em prática com recém-nascidos é muito similar ao do sling desk, que tanto temos falando aqui no blog do Espaço Pilates.

Bem estar, equilíbrio, tranquilidade. Se está fazendo bem para esses bebês, imagina para nós adultos?


Reproduzimos aqui a reportagem para nos inspirar e alegrar o nosso dia!

"Uma unidade neonatal onde a choradeira foi substituída pela tranquilidade. Esse é o resultado de uma experiência iniciada há três meses no Hospital Universitário de Maringá (HUM). Os recém-nascidos prematuros ou abaixo do peso ideal são colocados em redes, instaladas dentro das incubadoras. Além de acalmar os bebês, o método está ajudando no desenvolvimento das crianças.
A ideia surgiu por acaso. 
A auxiliar de enfermagem Isabel Leli não sabia mais o que fazer para acalmar os bebês, que não paravam de chorar. “Tinha um em especial que chorava demais. Ele estava há três meses internado, bem carente e exigia muita atenção. Eu estava tentando acalmá-lo dentro de incubadora, quando surgiu a ideia de suspender a criança. Utilizei uma faixa de canguru como rede e ela se acalmou imediatamente”, diz.
Após a experiência, Isabel descobriu que o modelo já vinha sendo adotado em outros hospitais do país, principalmente na região Nordeste. Segundo a auxiliar de enfermagem, a criança se acalma porque a rede simula o espaço intrauterino da mãe. “Quando o bebê nasce, ele sofre um trauma, pois deixa um espaço onde está aconchegado e se sentindo seguro. A rede passa a sensação de um espaço com limites, que acalma o bebê”, explica.
Isabel usou as redes para as outras crianças prematuras da unidade. Costureiras do hospital foram chamadas para confeccionar materiais sob medida para as incubadoras. As “redes neonatais” do HUM são feitas com pedaço de corda e flanela, um tecido que não irrita a pele dos bebês. “Não existe contraindicação. Todos os bebês estáveis podem se beneficiar do método e se sentir em casa novamente”, comenta a médica pediatra Maria Cássia Barros.

Acelerando a recuperação

Tradicionalmente associada a uma imagem de descanso e lazer, a rede adquiriu a função de recuperar. Além de acalmar os bebês, o método permite que as crianças deixem o hospital mais rapidamente. “Geralmente, os prematuros são mais irritados. Como a rede deixa as crianças mais calmas, o gasto energético delas diminui. Poupando energia, elas ganham peso e se desenvolvem mais depressa”, explica a enfermeira Edilaine Freitas".

FONTE: Gazeta do Povo - Paraná